Nosso Gandhi
Victor Martinez - 23.09.2010
O filme Lula, O Filho do Brasil foi o escolhido pela comissão de seleção do Ministério da Cultura para representar o Brasil na disputa de uma das cinco vagas da indicação ao Oscar 2011 de Melhor Filme em Língua Estrangeira
O longa-metragem, dirigido por Fábio Barreto, superou concorrentes premiados como As Melhores Coisas do Mundo, de Laís Bodanzky, Bróder, de Jéferson De, ou até mesmo A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor, filme que abre hoje o Festival do Rio. Pela enquete do Minc, Nosso Lar teria sido o vencedor.
A decisão foi da comissão do Ministério da Cultura composta por Márcia Lellis de Souza Amaral, Leon Cakoff , Cássio Starling Carlos, Clélia Bessa, Jean Claude Bernardet, Elisa Tolomelli, Frederico Hermann Barbosa Maia, Mariza Leão Salles de Rezende e Roberto Farias.
A cinebiografia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Lula, o Filho do Brasil foi um dos filmes nacionais mais caros e tinha grandes expectativas de bilheteria, mas o longa-metragem, baseado no livro homônimo de Denise Paraná, ficou aquém dos resultados esperados pelo produtor Luiz Carlos Barreto.
Entre todos os países que escolheram seus representantes, a Academia de Ciências e Artes Cinematográficas fará uma pré-seleção com nove produções para, em seguida, realizar o filtro final com os cinco indicados, a serem anunciados em 25 de janeiro. Agora é só esperar. Será que conseguimos uma vaga com Lula, o Filho do Brasil?












Bárbara
23/09/2010
Não vai ganhar nem indicação! Todos os outros filmes tinham mais portencial para nos representar. Absurdo!
Marcelo Pereira
23/09/2010
Totalmente esperado. Desde a retomada da qualidade no cinema nacional, poucos anos (ou nenhum) a indicação do Minc foi baseada em mérito da obra. É nojento. Essa é a palavra: nojo.
O “timing” do ministério é horrível, péssima hora para uma escolha destas. Mesmo se tivesse méritos (coisa q o filme não tem), ficaria essa impressão, que na verdade é a pura verdade.
E quanto à comissão julgadora: só lamentos pra vocês. Parafraseando o personagem Leonidas, do filme “300″: “Que vivam para sempre!”.
Coliseu
23/09/2010
Achei o filme muito bom, indiferentemente da sua história ser verdade ou “meia-verdade”. O Fábio Barreto entende muito da “gramática” cinematográfica e achei isso evidente no longa.
OK… Minha opinião pode não contar muito por não ter visto grandes filmes nacionais como “As melhores coisas do mundo” ou então o novo “5X Favela”. Mas posso dizer que “Lula, o filho do Brasil” se destacou dentre aqueles que tive oportunidade de assistir!
O fato é que foi uma decisão polêmica… E muito polêmica!