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Jorge Furtado fala sobre roteiro

Victor Martinez - 16.03.2012

Ele passou pela medicina, psicologia, jornalismo e artes plásticas. Não terminou nenhum dos cursos e se realizou na produção audiovisual. Com clássicos do cinema e da televisão, o diretor e roteirista Jorge Furtado conta para o Tela Brasil como se tornou uma referência na cultura brasileira.

Furtado começou a carreira profissional no início dos anos 1980, na TV Educativa-RS, onde foi repórter, apresentador, editor, roteirista e produtor. Em 1982 foi um dos criadores do programa semanal Quizumba, com uma linguagem ousada para a televisão pública, que misturava ficção e documentário.

Entre os anos de 1984 e 1986, ele foi diretor do Museu de Comunicação Social de Porto Alegre. No mesmo período, criou a produtora Luz Produções, ao lado de José Pedro Goulart e Ana Luiza Azevedo, com aos quais acabou realizando seus dois primeiros curtas.

Em 1987, após trabalhos de publicidade televisiva, Jorge Furtado foi um dos fundadores da Casa de Cinema de Porto Alegre. Depois disso, alcançou grande sucesso de público e crítica com os filmes O dia em que Dorival encarou a guarda (1986), Barbosa (1988) e, sobretudo, Ilha das Flores (1989).

A partir de 1990 passou a trabalhar como roteirista para a TV Globo, associado ao núcleo de Guel Arraes, com o qual escreveu minisséries e dezenas de especiais. Só em 2002 estreou como diretor de um longa-metragens com Houve uma vez dois verões. Mas foi com o segundo longa, O homem que copiava, que chegou ao grande público: mais de 600 mil espectadores nos cinemas.

 

Comentários

  • admin

    20/03/2012

    boa matéria

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