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	<title>Tela Brasil - Notícias &#187; Colunas</title>
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	<description>Tela Brasil - Notícias</description>
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		<title>Qual o segredo do artista?</title>
		<link>http://www.telabr.com.br/noticias/2012/02/06/qual-o-segredo-do-artista/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 17:35:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sala de Debate]]></category>
		<category><![CDATA[George Valentin]]></category>
		<category><![CDATA[Michel Hazanavicius]]></category>
		<category><![CDATA[O Artista]]></category>
		<category><![CDATA[Peppy Miller]]></category>

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		<description><![CDATA[Você leu ou viu alguma coisa sobre o filme O Artista? Para quem não sabe, O Artista é um longa em preto e branco, e mudo! Se você acha que ele foi produzido na década de 1920, está muito enganado. Pelo contrário, é a nova produção do diretor francês Michel Hazanavicius, que estreiou essa sexta-feira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você leu ou viu alguma coisa sobre o filme <em><span style="color: #ff6600;">O Artista</span></em>?</p>
<p>Para quem não sabe, <em>O Artista</em> é um longa em <span style="color: #ff6600;">preto e branco</span>, e <span style="color: #ff6600;">mudo</span>! Se você acha que ele foi produzido na década de <span style="color: #ff6600;">1920</span>, está muito enganado. Pelo contrário, é a nova produção do diretor francês <span style="color: #ff6600;">Michel Hazanavicius</span>, que estreiou essa sexta-feira (3) no Brasil. Dá uma olhada no <span style="color: #ff6600;">trailer</span>:</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/PAFsvurcJmI" frameborder="0" width="500" height="284"></iframe></p>
<p>O roteiro se passa no fim dos anos de 1920 (justamente na passagem do cinema silencioso para o sonoro) e conta a história da paixão de <span style="color: #ff6600;">George Valentin</span>, um galã de Hollywood, e <span style="color: #ff6600;">Peppy Miller</span>, uma das fãs do astro. Tudo acontece a partir de um inesperado encontro no tapete vermelho. Nada muito novo, né?!</p>
<p>A questão é que desde a exibição no Festival de Cannes, <em>O Artista</em> não para de ganhar prêmios. Contabilizam-se mais de <span style="color: #ff6600;">130 indicações</span>, além das dez do Oscar.</p>
<p>A pergunta que fica é: <strong>Porque um filme que não traz novidades de roteiro e repete um formato de filme já ultrapassado, anda criando tanto reboliço no público? De quem você acha que é o mérito? Do diretor? Do roteirista? Do fotógrafo? Dos atores?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cinema e engajamento social</title>
		<link>http://www.telabr.com.br/noticias/2012/01/30/cinema-e-engajamento-social/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 19:27:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sala de Debate]]></category>
		<category><![CDATA[Cracolândia]]></category>
		<category><![CDATA[Juliana Rojas]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Dutra]]></category>
		<category><![CDATA[Pinheirinho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhar cansa]]></category>
		<category><![CDATA[usp]]></category>

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		<description><![CDATA[Você conhece o filme Trabalhar Cansa, dos diretores brasileiros Juliana Rojas e Marco Dutra. Além de outros prêmios (nacionais e gringos), o longa conquistou o Prêmio Governador do Estado para Cultura 2011, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, na categoria Cinema. Ao receber o prêmio, a dulpa de cineastas leu um manifesto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece o filme<em><span style="color: #ff6600;"> Trabalhar Cansa</span></em>, dos diretores brasileiros<span style="color: #ff6600;"> Juliana Rojas</span> e <span style="color: #ff6600;">Marco Dutra</span>. Além de outros prêmios (nacionais e gringos), o longa conquistou o Prêmio Governador do Estado para Cultura 2011, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, na categoria <span style="color: #ff6600;">Cinema</span>.</p>
<p>Ao receber o prêmio, a dulpa de cineastas leu um manifesto de três minutos, denunciando os episódios  ocorridos na <span style="color: #ff6600;">USP</span>, na <span style="color: #ff6600;">Cracolândia</span> e no <span style="color: #ff6600;">Pinheirinho</span>, em que a Polícia Militar da Cidade de  São Paulo agiu com violência contra a população.</p>
<p>Dá uma olhada na <span style="color: #ff6600;">gravação</span> e acompanhe o <span style="color: #ff6600;">manifesto</span> trasncrito para responder: o cinema é apenas entretenimento ou deve ter algum tipo de engajamento social?</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/p2OayXHRfm8" frameborder="0" width="500" height="284"></iframe></p>
<p><em>De um lado, pelo menos 1.600 famílias que lutam pelo direito de morar no bairro do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP), ocupação que tem oito anos de existência. Do outro, mais de 2.000 policiais militares e civis cumprindo ordens da Justiça Estadual e da Prefeitura de São José dos Campos, em favor da massa falida da empresa Selecta, pertencente ao mega-especulador Naji Nahas. Ainda que não houvesse outras circunstâncias agravantes no caso, já seria possível constatar que as instâncias dos poderes executivo e judiciário fizeram a opção, em Pinheirinho, pela lei que protege a especulação imobiliária, em detrimento do direito das pessoas à moradia. Vence mais uma vez a política do coturno em prol do capital.</em></p>
<p><em>De um lado, bombas, armas, gases, helicópteros, tropa de choque. Do outro, dois revólveres apreendidos. Não há notícia de que tenham sido usados. Uma praça de guerra é instalada – numa batalha em que um exército ataca civis. Não há plano de realocação das famílias. As que não conseguiram ou não quiseram fugir, ou receberam dinheiro para passagens para outras cidades, ou estão sendo mantidas cercadas, com comida racionada, como num campo de concentração. A imprensa não pode entrar no local, não pode fazer entrevistas, e os hospitais da região não podem informar sobre mortos e feridos. O que se quer esconder? O Governo do Estado lavou as mãos diante do caso, assim como o Superior Tribunal de Justiça. O Governo Federal tardou em agir. A chamada “função social da propriedade”, prevista na Constituição Brasileira, revelou-se assim como peça de ficção, justamente onde a ficção não deveria ser permitida.</em></p>
<p><em>Mais uma vez, o Estado assume o papel de “testa de ferro” para as estripulias financeiras da “selecta” casta de milionários e bilionários. A política do coturno em prol do capital vem ganhando espaço. Assim está acontecendo na higienização do bairro da Luz, em São Paulo, preparando-o para a especulação imobiliária; assim vem acontecendo na repressão ao movimento estudantil na USP, minando a resistência à privatização do ensino; assim acontece no campo brasileiro há tanto tempo, em defesa do agronegócio. Os exemplos se multiplicam. E não nos parece fato isolado que, hoje, a quase totalidade dos subprefeitos da cidade de São Paulo sejam coronéis da reserva da PM. Nós, trabalhadores artistas, expressamos nosso repúdio veemente a esse tipo de política. Mais 1.600 famílias estão nas ruas: a lei foi cumprida. Para quem?</em></p>
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		<title>Hello?</title>
		<link>http://www.telabr.com.br/noticias/2012/01/25/hello/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 02:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas.guratti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas Sonoras]]></category>
		<category><![CDATA[Bruce Lee]]></category>
		<category><![CDATA[cenas clássicas]]></category>
		<category><![CDATA[do Lionel Ritchie]]></category>
		<category><![CDATA[George Clooney]]></category>
		<category><![CDATA[Hello]]></category>
		<category><![CDATA[Laurence Fishburne]]></category>
		<category><![CDATA[Leslie Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[mashup]]></category>
		<category><![CDATA[O Planeta dos Macacos]]></category>
		<category><![CDATA[Piores Clipes do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Sacha Baron Cohen]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Cruise]]></category>
		<category><![CDATA[Woody Allen]]></category>
		<category><![CDATA[youtube]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lucas Guratti (@gurattilicas) &#160; É por vídeos como esse, que eu achei numa madrugada despretensiosa de procrastinação no YouTube, que eu te amo, internet. Este “clipe” de Hello, do Lionel Richie, exprime a essência da fusão entre música e cinema e, certamente, a essência desta humilde coluna. O realizador deste vídeo, um talentoso anônimo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Lucas Guratti (@gurattilicas)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É por vídeos como esse, que eu achei numa madrugada despretensiosa de procrastinação no <span style="color: #ff6600;">YouTube</span>, que eu te amo, internet. Este “clipe” de<span style="color: #ff6600;"> Hello, do Lionel Richie</span>, exprime a essência da fusão entre música e cinema e, certamente, a essência desta humilde coluna.</p>
<p>O realizador deste vídeo, um talentoso <span style="color: #ff6600;">anônimo</span>, apenas foi lá e fez. Com uma excelente escolha de <span style="color: #ff6600;">cenas clássicas</span> da cinematografia mundial e uma edição caprichada, o filme traz o playback da canção original de Richie na voz de <span style="color: #ff6600;">astros</span> do cinema como <span style="color: #ff6600;">Woody Allen, Bruce Lee, Leslie Nielsen, Sacha Baron Cohen, George Clooney, Laurence Fishburne, Tom Cruise</span> e muitos outros &#8211; nem os primatas da primeira versão de  escaparam.</p>
<p>Na verdade, não tem muito o que analisar: trata-se de um grande <em><span style="color: #ff6600;">mashup</span></em> de cenas que resultam num clipe engraçadíssimo. E é bom dizer, de gosto muito mais apurado do que o original de Hello, habitué do saudoso<span style="color: #ff6600;"> Piores Clipes do Mundo</span>, com o Marcos Mion.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/GHRVzNLxTiU" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Dupla Dinâmica</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 14:27:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas.guratti</dc:creator>
				<category><![CDATA[BETA - O Cinema Impresso]]></category>
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		<category><![CDATA[Tropa de Elite 2]]></category>
		<category><![CDATA[zé]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Júlia Motta, para a Revista Beta &#160; “A cópia da pré-estreia de Tropa de Elite 2 vai chegar no carro do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), assegurada por eles”, brincava o produtor do filme Marcos Prado. Bem que poderia. Tropa de Elite, segundo pesquisa realizada pelo Ibope e encomendada pelo próprio produtor, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Júlia Motta, para a Revista Beta</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A cópia da pré-estreia de <span style="color: #ff6600;">Tropa de Elite 2</span> vai chegar no carro do <span style="color: #ff6600;">Bope</span> (Batalhão de Operações Policiais Especiais), assegurada por eles”, brincava o produtor do filme <span style="color: #ff6600;">Marcos Prado</span>. Bem que poderia. Tropa de Elite, segundo pesquisa realizada pelo Ibope e encomendada pelo próprio produtor, foi visto por cerca de <span style="color: #ff6600;">11 milhões</span> de pessoas em cópia pirata. Já o número de pessoas que pagou para assistir ao filme na telona corresponde a apenas <span style="color: #ff6600;">30%</span> do total de espectadores. Para o segundo longa da turma comandada pelo capitão <span style="color: #ff6600;">Nascimento</span>, que estreou em outubro, todo cuidado era pouco.</p>
<p>“A edição foi feita num apartamento de que só eu e o <span style="color: #ff6600;">Zé</span> (Padilha, diretor do filme) sabíamos o endereço. A pirataria pode ser feita nessa hora ou na mixagem de som e tomamos o maior cuidado. Até porque, se vazasse, estaríamos fritos com nossos <span style="color: #ff6600;">patrocinadores</span>”, diz Prado.</p>
<p>Preocupação que passou por todos da equipe, como o diretor de fotografia do longa, <span style="color: #ff6600;">Lula Carvalho</span>. “A questão da pirataria foi um problema, uma febre mesmo. Pouquíssimas pessoas viram o filme que eu fiz de verdade, com a<span style="color: #ff6600;"> luz</span> e as <span style="color: #ff6600;">cores</span> certas. Mas, pelo menos, atingiu um grande número de pessoas e assim contribuímos para a formação de público do cinema nacional”, comenta.</p>
<p>A expectativa para Tropa 2 era grande. Nele, o ator <span style="color: #ff6600;">Wagner Moura</span> volta como capitão Nascimento para tratar de questões de<span style="color: #ff6600;"> segurança pública</span> e abordar o papel da política do Estado – e não apenas para falar da violência através do olhar da polícia. “Nesse segundo filme, abordamos a questão dos milicianos e traficantes. Tivemos vários assessores para a construção dos personagens, que foi feita sob a supervisão da preparadora de atores <span style="color: #ff6600;">Fátima Toledo</span>. O Zé dá muita liberdade a eles”, observa o produtor.</p>
<p>Para Prado, o desafio de Tropa 2 foi fazer um filme que não perdesse em qualidade para o primeiro. “Usamos<span style="color: #ff6600;"> efeitos especiais</span> e tivemos uma produção mais elaborada.”, revela o produtor, que prefere não comentar o valor total da produção. “O primeiro custou <span style="color: #ff6600;">R$ 11 milhões</span>. Esse foi um pouco mais caro, até porque se passaram dois anos. Mas o filme foi financiado não só com incentivos fiscais, recebemos investimento privado também.”</p>
<p>Numa<span style="color: #ff6600;"> casa amarela</span> com rede na varanda, em uma rua residencial do <span style="color: #ff6600;">Jardim Botânico</span>, está localizada a produtora, que conta hoje com uma equipe fixa de sete pessoas. A dupla dinâmica cultiva a parceria há mais de dez anos. “É importante manter essa <span style="color: #ff6600;">estrutura pequena</span>, por questões de valores mesmo. Queremos continuar nessa linha de produção de filmes e documentários que abordam um <span style="color: #ff6600;">lado social</span>”, afirma Prado.</p>
<p>Do fim dos anos 1990 para cá, a dupla já realizou diversos trabalhos, como <span style="color: #ff6600;">Pantaneiros, Garapa, Ônibus 174 e Estamira</span>. “Tivemos sorte de não precisar realizar trabalhos <span style="color: #ff6600;">institucionais ou publicitários</span>. Buscamos uma responsabilidade maior. Sempre tivemos essa preocupação. Nos documentários, criamos uma relação quase familiar. Na hora de prestar conta lá em cima, quero saber que deixei um legado e que não vim a lazer”, afirma o produtor.</p>
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		<title>Ingresso em São Paulo</title>
		<link>http://www.telabr.com.br/noticias/2012/01/23/ingresso-em-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 15:47:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sala de Debate]]></category>

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		<description><![CDATA[O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor publicou uma pesquisa na qual foi diagnosticado que o preço médio do ingresso de cinemas de São Paulo é mais caro que o de Nova York. Por aqui, os paulistanos pagam R$ 20,00 em um ingresso, enquanto os nova-iorquinos pagam o preço equivalente a R$ 16,28. Em relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O<span style="color: #ff6600;"> Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor</span> publicou uma pesquisa na qual foi diagnosticado que o preço médio do ingresso de cinemas de São Paulo é mais caro que o de Nova York. Por aqui, os paulistanos pagam <span style="color: #ff6600;">R$ 20,00</span> em um ingresso, enquanto os nova-iorquinos pagam o preço equivalente a <span style="color: #ff6600;">R$ 16,28</span>.</p>
<p>Em relação ao salário mínimo, o ingresso paulistano é mais caro do que o de cidades como <span style="color: #ff6600;">Paris</span>, <span style="color: #ff6600;">Tóquio</span> e <span style="color: #ff6600;">Londres</span>, e só perde para o valor praticado em Joanesburgo, na África do Sul. Dá uma olhada na tabela publicada na <strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #ff6600; text-decoration: underline;"><a href="http://cinema.uol.com.br/ultnot/2012/01/20/ingresso-de-cinema-em-sao-paulo-e-mais-caro-que-o-de-nova-york.jhtm" target="_blank">UOL</a></span></span></strong>:</p>
<p><a href="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2012/01/tabela-web.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-18740" title="tabela-web" src="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2012/01/tabela-web.jpg" alt="" width="528" height="305" /></a></p>
<p>Agora fala você! <strong>O que você acha dessa pesquisa sobre o preço do ingresso nos cinema de São Paulo? Aproveita e conta para nós como é o preço na sua cidade também!</strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mademoiselle Chambon</title>
		<link>http://www.telabr.com.br/noticias/2012/01/18/mademoiselle-chambon/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 13:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas.guratti</dc:creator>
				<category><![CDATA[BETA - O Cinema Impresso]]></category>
		<category><![CDATA[Mademoiselle Chambon]]></category>
		<category><![CDATA[Revista BETA]]></category>
		<category><![CDATA[Stéphane Brizé]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Bruno Carmelo, para a Revista Beta &#160; Seus filmes foram todos aclamados pela crítica e muito bem recebidos pelo público, caminhando contra o sistema e propondo histórias cada vez mais delicadas, cotidianas e banais. Esse grande apreciador do homem comum apresenta no Brasil Mademoiselle Chambon, uma pérola sobre amores impossíveis, sem um pingo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Bruno Carmelo, para a <strong>Revista Beta</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Seus filmes foram todos aclamados pela crítica e muito bem recebidos pelo público, caminhando contra o sistema e propondo histórias cada vez mais delicadas, cotidianas e banais. Esse grande apreciador do homem comum apresenta no Brasil <em><span style="color: #ff6600;">Mademoiselle Chambon</span></em>, uma pérola sobre amores impossíveis, sem um pingo de sentimentalismo. Um filme raro. A <strong><span style="color: #ff6600;">Beta</span></strong> entrevistou<span style="color: #ff6600;"> Stéphane Brizé</span> em <span style="color: #ff6600;">Paris</span>. Acompanhe a seguir os principais trechos da conversa.</p>
<p><strong>O crítico de cinema Celso Sabadin descreveu o filme como “francês de corpo e alma”, sublinhando os “longos momentos de silêncio, pausas. olhares, sutilezas”. Seu filme faz parte de uma maneira de filmar ou de uma sensibilidade tipicamente francesas?</strong></p>
<p>Nós somos sempre o<span style="color: #ff6600;"> fruto</span> de uma história, de todas as vibrações que compõem um povo e que são transmitidas de geração em geração, criando os traços comuns de caráter e sensibilidade. Mesmo assim, nós somos o fruto de diversas misturas, porque, sem dúvida, eu já vi, li e escutei mais obras <span style="color: #ff6600;">estrangeiras</span> do que francesas. Se tivesse que apontar as pessoas ou épocas que me inspiram, eu diria, imodestamente, <span style="color: #ff6600;">Maupassant, Flaubert e Ozu</span>. Quanto às produções francesas atuais, o grande número de filmes me permite descobrir obras magníficas. Não sempre&#8230; mas com frequência. E eu não faço parte daqueles que ficam o tempo todo criticando (o que é um esporte nacional na França) o que se faz por aqui. Eu não subestimo nenhum gênero no cinema. Contanto que seja bem feito.</p>
<p><strong><em>Mademoiselle Chambon</em> é um filme muito audacioso, pelo modo como ele mostra as esperas e o silêncio de maneira frontal, enquanto a tendência do cinema (mesmo francês) parece ser o ritmo cada vez mais dinâmico, evitando sempre os tempos mortos. Por que você optou por essa dinâmica contemplativa?</strong></p>
<p>Em todo o filme, existe apenas <span style="color: #ff6600;">uma dezena de sequências</span> com montagem. Ou seja, 95% do filme é feito em plano sequência, sem corte entre o início e o fim da cena. Por isso, foi preciso calcular muito bem o <span style="color: #ff6600;">ritmo</span> do filme, já que ele não poderia mudar com a montagem. Ao mesmo tempo que aprecio certa lentidão, detesto entediar as pessoas. Às vezes é preciso sacrificar cenas formidáveis, mas que não acrescentam muito ao filme. É um grande exercício de<span style="color: #ff6600;"> humildade</span>.</p>
<p><strong>Falando em lentidão, o trailer de Mademoiselle Chambon é surpreendente: uma imagem apenas com dois personagens em silêncio. ouvindo música, é um fragmento que transmite muito bem a atmosfera do filme, sem contar a história. Você trabalhou diretamente com a equipe de promoção e distribuição do filme?</strong></p>
<p><strong></strong>Tenho que admitir que sou bastante <span style="color: #ff6600;">intervencionista</span> em todas as etapas de construção do filme, desde o roteiro até o pôster e o trailer. Mas, além de uma vontade de controlar tudo, eu acredito que o momento de refletir sobre a maneira de apresentá-lo ao público é muito interessante. Esse <span style="color: #ff6600;">trailer</span> peculiar fui eu que fiz. Existia outro, mais clássico, feito por uma empresa especializada nesse tipo de trabalho. Não era ruim, mas o filme resumido em<span style="color: #ff6600;"> 90 segundos</span> se parecia com qualquer outra história de amor. Não havia nada de especial. Mas, nessa etapa, nenhum distribuidor aceitaria o trailer que eu queria propor. Precisaria ser muito audacioso para vender um filme assim. E, no final, eu tinha razão, porque não adianta nada ter um ponto de vista bastante pessoal se o filme é vendido como qualquer outro. As pessoas que vão ver o filme depois de terem assistido ao trailer sabem exatamente o que esperar, e elas se tornam os <span style="color: #ff6600;">primeiros espectadores</span> preciosos do meu trabalho. São eles que vão comentar com os outros em seguida. Se você manda as pessoas erradas à sala de cinema desde o primeiro dia de exibição, você <span style="color: #ff6600;">mata</span> o filme.</p>
<p><strong>Você já tem outros projetos em vista?</strong></p>
<p><strong></strong>Acabei de terminar o roteiro do próximo filme que pretendo fazer! Eu o enviei ontem mesmo ao ator que gostaria que interpretasse o<span style="color: #ff6600;"> protagonista</span>. Estou esperando a resposta dele&#8230; Nessa história, questiono os últimos momentos antes da morte, para descobrir se ainda é possível corrigir os <span style="color: #ff6600;">erros</span> da vida. E se você quiser minha opinião, eu acho que é possível sim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Tempos não tão modernos assim</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 13:41:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas.guratti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Afora]]></category>
		<category><![CDATA[Adam Sandler]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Walken]]></category>
		<category><![CDATA[click]]></category>
		<category><![CDATA[El Empleo]]></category>
		<category><![CDATA[Santiago Grasso e Patricio Plaza]]></category>
		<category><![CDATA[The Employment]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lucas Guratti (@gurattilucas) &#160; Tem aqueles filmes que você assiste e fica com aquela sensação incômoda. Um incômodo bom, se é que isso é possível. Isso fica remoendo aqui dentro por dias a fio, e ou eu tomo uma atitude, ou eu tomo omeprazol pra aliviar a gastrite. Pra mim, cinema que presta é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Lucas Guratti (@gurattilucas)</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tem aqueles<span style="color: #ff6600;"> filmes</span> que você assiste e fica com aquela sensação <span style="color: #ff6600;">incômoda</span>. Um incômodo bom, se é que isso é possível. Isso fica remoendo aqui dentro por dias a fio, e ou eu tomo uma atitude, ou eu tomo omeprazol pra aliviar a gastrite. Pra mim, cinema que presta é esse, que mexe com a gente. Cinema que faz a gente levantar da poltrona, sacudir os farelos de pipoca do corpo e, a partir dali, ser uma pessoa completamente <span style="color: #ff6600;">diferente</span> da de cinco minutos atrás.</p>
<p><span style="color: #ff6600;"><em>El Empleo</em></span> ou<span style="color: #ff6600;"> The Employment</span>, dos argentinos <span style="color: #ff6600;">Santiago Grasso</span> e <span style="color: #ff6600;">Patricio Plaza</span>, pega essa grande e pustulenta <span style="color: #ff6600;">ferida</span> social causada pela selvageria do sistema capitalista e a cutuca com um ímpeto que eu nunca vi igual. Se eu contar qualquer pedaço do roteiro, estraga. Mas dá pra adiantar o assunto: a <span style="color: #ff6600;">sua vida</span>. Isso aí. A minha, a do vizinho, a sua vida &#8211; ou vidinha, mesmo, porque o diminutivo cai como uma luva. Vida, esse <span style="color: #ff6600;">artigo esquecido</span> numa prateleira qualquer do tempo e do espaço. Esse conjunto de atos estúpidos, impensados, automatizados, sem sentido, que transformam todos em seus próprios carrascos. Calma, eu explico.</p>
<p>Você provavelmente já assistiu <em><span style="color: #ff6600;">Click</span></em>, com <span style="color: #ff6600;">Adam Sandler</span> e o brilhantíssimo<span style="color: #ff6600;"> Christopher Walken</span>. O ápice do drama do protagonista acontece quando ele resolve acelerar o tempo e entra em uma espécie de <span style="color: #ff6600;">piloto automático</span> descontrolado, passando pela vida sem notar e sem aproveitar nenhum momento. Sem refletir sobre nada. Sem viver, enfim. Guardadas as devidas proporções e tirando a moral <span style="color: #ff6600;">água-com-açúcar</span> da produção Hollywoodiana, <em>The Employment</em> bate na mesma tecla, só que de um jeito muito mais certeiro. É como se o filme te chacoalhasse pelos ombros, gritando entre perdigotos: que por** você tá fazendo da sua vida? Já parou pra pensar? Já pensou em como você permite que o <span style="color: #ff6600;">trabalho</span> consuma seu tempo, sua mente, seu coração? E nas <span style="color: #ff6600;">consequências</span> do seu trabalho, você já pensou? Em quantas pessoas você <span style="color: #ff6600;">humilha</span> pra que a máquina continue funcionando; em quantas vezes você é humilhado? Deus do céu, a que ponto você chegou? Ah, e só pra avisar, <span style="color: #ff6600;">nenhuma</span> dessas perguntas é retórica.</p>
<p>Até aqui, nem cheguei a mencionar que El Empleo é uma <span style="color: #ff6600;">animação</span> &#8211; e note a ironia da palavra <em>animação</em> ao assistir o filme. A escolha dessa linguagem não foi aleatória. Em primeiro lugar, claro, o filme ficou um espetáculo estético de primeira linha &#8211;  mas tudo isso em nome de um propósito maior. Os <span style="color: #ff6600;">traços</span> das ilustrações, incríveis, os jogos de luz e sombra, as cores pasteis: tudo isso serve pra fazer você pensar e concluir, por si só, se o que está ali é pura ficção, uma metáfora qualquer ou se é a verdade mais pura, porém vestida com <span style="color: #ff6600;">outra pele</span>. Se ao terminar de assistir você se sentir <span style="color: #ff6600;">incomodado</span>, exatamente como eu estou me sentindo agora, você tem um<span style="color: #ff6600;"> grande problema</span>, amigão. Se você não sentir nada, aí sim, você tem um problema <span style="color: #ff6600;">maior ainda</span>.</p>
<p>P.S.: Assista até o final. Os créditos guardam uma bela surpresa &#8211; quem sabe, por assim dizer, uma <span style="color: #ff6600;">sugestão</span> de como se livrar desse ciclo maligno. Se bem que essa resposta está dentro de cada um. Só falta<span style="color: #ff6600;"> coragem</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/32966847?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="400" height="225"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/32966847">El Empleo / The Employment</a> from <a href="http://vimeo.com/opusbou">opusBou</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>Música para os olhos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jan 2012 19:20:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas.guratti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bandas Sonoras]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Vilela]]></category>
		<category><![CDATA[Mistery Guitar Man]]></category>
		<category><![CDATA[the girls are playing]]></category>
		<category><![CDATA[Young & Rubicam]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lucas Guratti (@gurattilucas) Desde que deixou de ser mudo, tudo o que o cinema fez até hoje em termos de sonoplastia foi tentar arrancar som de tudo. Até chegar no ponto onde estamos, tudo era feito na mão, na base do microfone, tentaviva e erro. Isto significa quebrar, amassar, chacoalhar para criar explosões, efeitos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Lucas Guratti (@gurattilucas)</em></p>
<p>Desde que deixou de ser <span style="color: #ff6600;">mudo</span>, tudo o que o cinema fez até hoje em termos de sonoplastia foi tentar arrancar som de tudo. Até chegar no ponto onde estamos, tudo era feito na mão, na base do microfone, <span style="color: #ff6600;">tentaviva e erro</span>. Isto significa quebrar, amassar, chacoalhar para criar explosões, efeitos, tiros e toda a sorte de barulhos que a gente pode imaginar. Hoje, uma <span style="color: #ff6600;">mesa de som</span> dá conta do recado. E o pessoal da cenografia agradece.</p>
<p>Se funciona com efeitos, funciona com<span style="color: #ff6600;"> música</span> também. O vídeo aí embaixo é um achado, produzido e dirigido por <span style="color: #ff6600;">Alexandre Vilela</span>, <span style="color: #ff6600;">diretor de criação</span> da agência<span style="color: #ff6600;"> Young &amp; Rubicam</span>. Uma, porque se supera em técnica de edição e cria um vídeo incrivelmente bonito, resultando em um produto musical igualmente impressionante &#8211; deixa qualquer <span style="color: #ff6600;">Mistery Guitar Man</span> no chinelo. Outra, por transmitir toda a <span style="color: #ff6600;">sensibilidade</span> e a naturalidade de uma simples brincadeira entre pai e filhas. Na verdade, elas é que brincam de fazer música. De fazer cinema. Para a sorte do espectador, o pai leva a brincadeira bem a sério.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/34674479?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="400" height="225"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/34674479">THE GIRLS ARE PLAYING</a> from <a href="http://vimeo.com/user4478286">Alexandre Vilela</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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		<title>Portunhol</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 20:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas.guratti</dc:creator>
				<category><![CDATA[BETA - O Cinema Impresso]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Ammann]]></category>
		<category><![CDATA[Alejandro Amenábar]]></category>
		<category><![CDATA[Andrucha Waddington]]></category>
		<category><![CDATA[Casa de Areia]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Lucas Paraizo, para a Revista Beta Sentado na sala de cinema, o espectador contempla mais um trailer. Refrigerante na mão, pipoca no colo, ele observa atento as próximas tramas oferecidas. Na tela, atores falam em espanhol com trejeitos do século 16. Espadas, cavalos, lutas e todo um ambiente que remete à época de ouro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #ff6600;">Por Lucas Paraizo, para a Revista Beta</span></em></p>
<p>Sentado na sala de cinema, o espectador contempla mais um trailer. Refrigerante na mão, pipoca no colo, ele observa atento as próximas tramas oferecidas. Na tela, atores falam em espanhol com trejeitos do <span style="color: #ff6600;">século 16</span>. Espadas, cavalos, lutas e todo um ambiente que remete à época de ouro da cultura ibérica. Não fosse por dois detalhes, o desavisado espectador acreditaria tratar-se de mais um filme da cinematografia espanhola a desembarcar no<span style="color: #ff6600;"> Brasil</span>.</p>
<p>O primeiro detalhe é inquietante: em meio ao elenco liderado pelos espanhóis <span style="color: #ff6600;">Alberto Ammann, Leonor Watling e Pilar López de Ayala</span>, há dois rostos familiares. Um deles é o do brasileiro <span style="color: #ff6600;">Selton Mello</span>. O outro é de <span style="color: #ff6600;">Sônia Braga</span>, mas sua “internacionalidade” já não causa tanto espanto. O segundo detalhe anuncia o título do filme: “<em><span style="color: #ff6600;">Lope</span></em>, una película de <span style="color: #ff6600;">Andrucha Waddington</span>”, um nome bastante conhecido do público brasileiro. Curioso, ao chegar em casa o espectador lança a pergunta ao Google: “Andrucha Waddington + Selton Mello + Espanha”. A resposta é imediata: Lope, o quarto longa-metragem do diretor de <span style="color: #ff6600;"><em>Casa de Areia, Gêmeas e Eu, Tu, Eles</em></span>.</p>
<p>Andrucha Waddington adora desafios. Quando se lançou na direção de longas-metragens, supriu na prática – com <em>Gêmeas</em>, último dos três episódios que compõem o filme Traição – a carência de uma<span style="color: #ff6600;"> formação</span> cinematográfica tradicional. Em Eu, Tu, Eles, sua estreia em solitário nas telas, foi ao sertão filmar um universo sobre o qual não tinha mais referências do que qualquer jovem de<span style="color: #ff6600;"> classe média</span> carioca. E, finalmente, com Casa de Areia o carioca chegou ao extremo de levar sua equipe para filmar num Nordeste inóspito, sem qualquer contato com a civilização. Lá, a equipe passou dez semanas imersa no ambiente da trama, passada em <span style="color: #ff6600;">1910</span>, à mercê de condições climáticas e de produção adversas. Todos esses trabalhos foram frutos de uma apurada intuição e de rigorosas pesquisas de campo.</p>
<p>Era hora de um passo maior. E mais arriscado. Esse passo é dado agora com <em>Lope</em>. Longa-metragem inspirado na vida do prolífero dramaturgo espanhol <span style="color: #ff6600;">Lope de Vega</span> e o maior filme dirigido por Andrucha até hoje. Tanto em custo como em produção. Orçado em doze milhões de euros, Lope é uma coprodução entre Espanha e Brasil. As filmagens foram realizadas na <span style="color: #ff6600;">Península Ibérica e no Marrocos</span> e a grande maioria da equipe é espanhola. Seu financiamento é oriundo principalmente de fundos espanhóis. Vindos do Brasil, junto com Andrucha,<span style="color: #ff6600;"> Ricardo Della Rosa</span> comandou a fotografia, <span style="color: #ff6600;">Jorge Saldanha</span>, o som e <span style="color: #ff6600;">Sérgio Mekler</span>, a montagem, que aconteceu paralelamente às filmagens.Mas por que um diretor brasileiro para dirigir uma história tão espanhola? Guardadas as proporções, seria como pedir ao espanhol <span style="color: #ff6600;">Alejandro Amenábar</span> (Mar Adentro, Os Outros) que dirigisse um filme sobre o dramaturgo brasileiro João Caetano. Era justamente esse estranhamento que os produtores espanhóis queriam: o frescor do olhar jovem e estrangeiro para dar vida a um dos ícones da dramaturgia espanhola. Com o currículo que tem, Andrucha mostrou-se o diretor ideal.</p>
<p>Mas o que mudou em Andrucha doze anos depois do début na ficção cinematográfica? “A <span style="color: #ff6600;">quilometragem</span>”, assume ele. “Fiquei mais seguro a cada filme.” Apesar de confessar sua insegurança, principalmente durante a pré-produção, ela acaba quando a câmera começa a rodar e aquele barulhinho da película gasta lembra onde, para quê e como será a história. “Começo a visualizar o filme depois de <span style="color: #ff6600;">três semanas</span> de filmagem. Foi assim com todos os meus longas. É o tempo necessário para se confiar no trabalho.”</p>
<p>Sobre os novos projetos, Andrucha é <span style="color: #ff6600;">supersticioso</span>: só fala quando estão prontos. Prefere assim. E agora é a vez de<em> Lope</em>. A estreia na Espanha acontece em <span style="color: #ff6600;">setembro</span> e no Brasil, no fim de <span style="color: #ff6600;">novembro</span>. Um filme espanhol com um belo <span style="color: #ff6600;">sotaque</span> brasileiro.<br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/-eUBhdHhZS8" frameborder="0" width="500" height="369"></iframe></p>
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		<title>Tapa de amor</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 04:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lucas.guratti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas de curtas]]></category>
		<category><![CDATA[amor livre]]></category>
		<category><![CDATA[depoimentos]]></category>
		<category><![CDATA[documentario]]></category>
		<category><![CDATA[José Agripino]]></category>
		<category><![CDATA[Poliamor]]></category>
		<category><![CDATA[poligamia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Lucas Guratti (@gurattilucas) &#160; Que época mais oportuna senão esta, entre a fanfarronice do ano novo e as loucuras do carnaval, para falar de amor livre, desimpedido e irrestrito. O documentário Poliamor, de José Agripino, expõe uma questão que existe desde sempre, mas que encontrou espaço para ser discutida há pouquíssimo tempo: a poligamia. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Lucas Guratti (@gurattilucas)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Que época mais oportuna senão esta, entre a fanfarronice do ano novo e as loucuras do carnaval, para falar de <span style="color: #ff6600;">amor livre</span>, desimpedido e irrestrito. O documentário <span style="color: #ff6600;">Poliamor</span>, de <span style="color: #ff6600;">José Agripino</span>, expõe uma questão que existe desde sempre, mas que encontrou espaço para ser discutida há pouquíssimo tempo: a <span style="color: #ff6600;">poligamia</span>. Melhor dizendo, não apenas expõe, mas debate, confronta e coloca o assunto para o espectador de forma natural e consistente, como deve ser.</p>
<p>Ainda não dá pra dizer que a sociedade está preparada e aberta pra falar sobre o assunto. Aliás, estamos bem longe disso. Mas é justamente nesse tipo de dificuldade que o cinema aparece como <span style="color: #ff6600;">agente político e social</span>, um paladino da justiça e do direito à opinião. Não é exagero meu. Um<span style="color: #ff6600;"> documentário</span> cumpre seu papel plenamente e faz sentido apenas e tão somente se souber dosar seriedade e leveza, sem jamais ser sisudo ou esnobe; contrapor pontos de vista e conduzir a conclusão de quem assiste sem nunca impor uma única verdade. Ponto pro filme de Agripino.</p>
<p>Em <span style="color: #ff6600;">depoimentos</span> de pessoas que tem relacionamentos abertos ou poligâmicos, o filme traz à tela uma espontaneidade que pode, em um primeiro momento, até espantar quem assiste. Mas esse espanto logo passa, e nem poderia ser diferente. A <span style="color: #ff6600;">edição</span> favorece o filme de tal forma que o conteúdo fica fluido e tudo se encaixa &#8211; do ponto de vista técnico, esse é o principal ponto forte de <em>Poliamor</em>. É inusitada e interessante, também, a mescla entre testemunhos reais e <span style="color: #ff6600;">cenas de ficção</span> encenadas por três atores, apesar do <span style="color: #ff6600;">clichê</span> da cena de abertura, que entrega o jogo logo de cara e se arrasta por mais tempo do que devia.</p>
<p>Aqueles homens e mulheres não tentam, em momento algum, impor seus estilos de vida. Não estão pedindo para matar, roubar, fazer mal a alguém. Na verdade, não estão pedindo nada. Estão apenas <span style="color: #ff6600;">amando</span>, semeando os bons sentimentos por uma, dez, cem pessoas, que seja &#8211; um <span style="color: #ff6600;">tapa de amor</span> na cara da sociedade. Livre de culpas ou mistérios, o que fica deste curta é a reflexão sincera sobre os padrões que nós mesmos impomos, sobre a monogamia e, principalmente, sobre a<span style="color: #ff6600;"> monotonia</span>.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/23988620?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" frameborder="0" width="400" height="225"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/23988620">Poliamor</a> from <a href="http://vimeo.com/user7123998">Zé Agripino</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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