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	<title>Tela Brasil - Notícias &#187; Dicas de leitura</title>
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		<title>Os 10 +, por André Barcinski</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jun 2011 21:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você conhece André Barcinski? Ele é um crítico de cinema do jornal a Folha de São Paulo, e coapresentador do programa de rádio Garagem, na Rádio UOL. E como um bom jornalista, ele tem seu blog, cuja linha editorial só a ele pertence. Além de vencedor do prêmio Jabuti em 1992 com o livro Barulho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece <span style="color: #ff6600;">André Barcinski</span>? Ele é um crítico de cinema do jornal a Folha de São Paulo, e coapresentador do programa de rádio <em>Garagem</em>, na Rádio UOL. E como um bom jornalista, ele tem seu <span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://andrebarcinski.folha.blog.uol.com.br/" target="_blank">blog</a></strong></span></span>, cuja linha editorial só a ele pertence.</p>
<p>Além de vencedor do prêmio <span style="color: #ff6600;">Jabuti </span>em 1992 com o livro <em>Barulho</em>, ele foi vencedor do Júri do Festival de Sundance em 2001 pelo documentário <em>Maldito</em>, que conta a vida e obra de <span style="color: #ff6600;">José Mojica Marins</span>, criador do personagem<span style="color: #ff6600;"> Zé do Caixão</span>.</p>
<p>Hoje (20/06), Barcinski publicou em seu  blog os <span style="color: #ff6600;">10 livros</span> sobre cinema em português, que ele considera imperdíveis. Tem de tudo um pouco. Expressionismo Alemão, Cinema Marginal Brasileiro, biografias e ensaios. O problema é q alguns estão fora de <span style="color: #ff6600;">catálogo </span>e só podem ser encontrados em sebos e sites.</p>
<p>Dá uma olhada na <span style="color: #ff6600;">lista</span> e nos comentários dele:</p>
<p><em><strong>De Caligari a Hitler</strong></em> – <span style="color: #ff6600;">Siegfried Kracauer</span><br />
A história dos primórdios do cinema alemão, de 1910 a 1940. Será que o cinema germânico, de certa maneira, “preparou” o país para a ascensão de Hitler? Se você gosta de Expressionismo, não pode deixar de ler essa beleza. Gostou do tema? Então leia também <em>A Tela Demoníaca</em>, de <span style="color: #ff6600;">Lotte Eisner</span>.</p>
<p><em><strong>Cinema de Invenção</strong></em> – <span style="color: #ff6600;">Jairo Ferreira</span><br />
Um livro autoral, apaixonado e radical, como era seu autor. Jairo Ferreira (1945-2003) dá sua interpretação sobre o Cinema Marginal Brasileiro. Candeias, Reichenbacj, Sganzerla, Tonacci, Mojica, estão todos lá. Essencial.</p>
<p><em><strong>Criando Kane e Outros Ensaios</strong> </em>– <span style="color: #ff6600;">Pauline Kael</span><br />
Ninguém escreveu sobre cinema como Pauline Kael (1919-2001). Vale muito a pena ler essa coletânea com alguns de seus ensaios, incluindo o polêmico “Criando Kane”, em que defende a tese de que o co-roteirista do filme, Herman J. Mankiewicz, merece tanto crédito pelo filme quanto o próprio Orson Welles. O texto enfureceu Welles e seus biógrafos. Justo ou não, é uma análise primorosa sobre o conceito de “autor”.</p>
<p><em><strong>Meu Último Suspiro</strong></em> –<span style="color: #ff6600;"> Luis Buñuel</span><br />
Co-escrito com o roteirista Jean-Claude Carrière, é uma espécie de “autobiografia onírica”, em que o próprio Buñuel diz que não sabe distinguir ao certo entre sonho e realidade. Um dos livros mais bonitos escritos sobre qualquer artista.</p>
<p><em><strong>A Cidade das Redes</strong></em> – <span style="color: #ff6600;">Otto Friedrich</span><br />
A história de Hollywood nos anos 40, contada com a força de um romance “pulp”: escândalos, fofocas, gângsteres, paranóia anticomunista, tudo está nesse livro que consegue ser informativo e emocionante ao mesmo tempo.</p>
<p><strong><em>História do Cinema Brasileiro </em></strong>– <span style="color: #ff6600;">Fernão Ramos</span> (coordenação)<br />
Lançado em 1987, ainda é o livro sobre a trajetória do nosso cinema. Complemente a leitura com o <em>Dicionário de Filmes Brasileiros</em>, de Antonio Leão da Silva Neto, um trabalho monumental, com fichas técnicas e sinopses de todos os filmes feitos aqui.</p>
<p><em><strong>Este é Orson Welles </strong></em>–<span style="color: #ff6600;"> Orson Welles </span>e <span style="color: #ff6600;">Peter Bogdanovich</span><br />
Peter Bogdanovich entrevista Orson Welles. Vale por mil aulas de cinema.</p>
<p><strong><em>Hitchcock / Truffaut</em></strong><br />
François Truffaut entrevista Alfred Hitchcock. Vale por mais mil aulas de cinema.</p>
<p><strong><em>Como a Geração Sexo, Drogas e Rock’n’Roll Salvou Hollywood</em></strong> – <span style="color: #ff6600;">Peter Biskind</span><br />
A história da geração de Penn, Scorsese, Bogdanovich, Coppola, De Palma e tantos outros que revolucionaram Hollywood no fim dos anos 60. Indispensável.</p>
<p><strong><em>Fazendo Filmes </em></strong>– <span style="color: #ff6600;">Sidney Lumet</span><br />
Lumet, morto há poucos meses, escreveu esse livro curto, direto e interessantíssimo sobre seus filmes e seu processo de criação.</p>
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		<title>Artesãos do Som</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 21:32:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você sabia que “trilha sonora” não é só o conjunto de músicas de um filme? Isso se chama trilha musical. A trilha, ou banda sonora, pode ser composta de música, vozes, ruídos de ambiente, ruídos de efeito e ruídos de sala (foley). Ou seja, tudo que é audível no filme. Inclusive o silêncio, que não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que “trilha sonora” não é só o conjunto de músicas de um filme? Isso se chama <span style="color: #ff6600;">trilha musical</span>. A trilha, ou<span style="color: #ff6600;"> banda sonora</span>, pode ser composta de música, vozes, ruídos de ambiente, ruídos de efeito e ruídos de sala (<em>foley</em>). Ou seja, tudo que é audível no filme. Inclusive o <span style="color: #ff6600;">silêncio</span>, que não deixa de ser um elemento importante nos filmes!</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-15765" title="artesaos-web" src="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2011/06/artesaos-web.jpg" alt="artesaos-web" width="300" height="130" />Essa dica é do blog <span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.artesaosdosom.org/" target="_blank">Artesãos do Som</a></strong></span></span>, do Bernardo Marquez, um cara que está fazendo mestrado em Cinema na Escola de Comunicações da Arte (ECA), da <span style="color: #ff6600;">USP</span>. Além dele, há mais quatro colaboradores: Fernando Henna, Gustavo Nascimento, Daniel Turini e Tom Crosara. A ideia do blog é reunir informações e reflexões que contribuam para o desenvolvimento do cinema brasileiro, com troca de experiências e da valorização do <span style="color: #ff6600;">pensamento sonoro audiovisual</span>. Legal, né?!</p>
<p>Entra lá e dá uma olhada! Tem artigos, teses, trabalhos, dissertações, entrevistas e muito mais. Se você gosta de <span style="color: #ff6600;">música </span>e <span style="color: #ff6600;">cinema</span>, não pode deixar de dar uma passada no<span style="color: #ff6600;"> Artesãos do Som</span>.</p>
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		<title>O Método de Fernando Meirelles</title>
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		<pubDate>Tue, 17 May 2011 22:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segue abaixo O Método, criado por Fernando Meirelles com os novos procedimentos para as filmagens da O2, e publicado no último domingo (08/05) no blog da produtora. O MÉTODO: 1 - No mundo digital não faz mais sentido nos referirmos as nossas tomadas como se fossem filmadas. Faremos uma nova claquete onde deve constar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo <em>O Método</em>, criado por <span style="color: #ff6600;">Fernando Meirelles</span> com os novos procedimentos para as filmagens da O2, e publicado no último domingo (08/05) no <span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://blog.o2filmes.com/2010/06/08/o-metodo-o-debate-continua/" target="_blank">blog</a></strong></span></span> da produtora.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">O MÉTODO:</span></strong></p>
<p><span style="color: #ff6600;"> 1 -</span> No mundo digital não faz mais sentido nos referirmos as nossas tomadas como se fossem filmadas. Faremos uma nova claquete onde deve constar o tipo de câmera, o número do cartão ao invés do rolo, o número do clipe gerado pela câmera no lugar do take e o número da cena como é hoje. Vamos manter um espaço para colocar o número de take de cada cena para quem achar que ajuda a rever o material no set.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">Obs 1 -</span> O número do clipe gerado pela câmera vem com umas letrinhas tipo AZX 023. O que vale é sempre o número final: 23.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">Obs 2 -</span> Cada câmera tem um padrão, a Silicom, por exemplo, dá a data e horário de cada take como um time code. Cabe ao ASSISTENTE DE DIREÇÃO, no set estabelecer qual número será usado por todos.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">A primeira decisão: </span>De hoje em diante todo mundo usa os mesmos números. O som direto canta a cena, o número do cartão e o número do clipe não mais a cena, o rolo, e o take. “- Cena 4, cartão 2, clipe 23…ação.”</p>
<p><span style="color: #ff6600;">2 &#8211; </span>Vamos voltar aos anos 60 quando no set o diretor dizia ” copia essa”, ao final de cada take que lhe parecesse razoável. Agora o DIRETOR dirá “loga essa. ”Esse é o momento mágico que vai fazer toda a diferença no volume que chegará ao montador.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">A segunda decisão: </span>Ao final de cada take o DIRETOR deve avisar o ASSISTENTE DE DIREÇÃO se o take rodado deve ser logado ou não. O ASSISTENTE DE DIREÇÃO escala alguém para fazer o relatório de câmera onde esta informação vai anotada ou faz isso pessoalmente. Assim que o cartão estiver cheio ele é entregue para o LOGGER junto com este relatório de câmera com o qual o LOGGER vai separar o material que vale do lixo. Cada cartão tem seu relatório.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">3 -</span> Os takes bons devem ser separados pelos LOGGERS numa pasta chamada “SELECT”. Esta pasta deve ser copiada num HD Vermelho chamado SELECT e este será o único material transferido para a ilha de montagem e depois arquivado em LTO.</p>
<p>Como segurança o material bruto também deve ser copiado pelo LOGGER num outro HD, laranja, chamado “BRUTO” que será guardado caso seja preciso ver mais material. Este bruto no entanto não passará por todo o processo de conformação, digitalização etc e será apagado assim que o filme for ao ar.</p>
<p>Cada HD deve ser mandado pelo PRODUTOR para a produtora acompanhado dos respectivos relatórios de filmagem. Na produtora haverá um coordenador destes arquivos que transfere o material do HD vermelho e deixa de lado o laranja.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">A terceira decisão: </span>O logger deve fazer duas pastas, o SELECT e o BRUTO. Cada pasta desta é copiada num HD diferente. Vermelho para o SELECT e LARANJA para o BRUTO. Só o HD vermelho faz todo o processo até as ilhas de edição e depois o arquivo em LTO. Os HDs devem sempre ser acompanhados dos relatórios de câmera.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">4 &#8211; </span>Com a gravação digital, muitos sets praticamente aboliram a palavra “corta”. Como a câmera só registra um novo número de clipe quando é cortada, apesar de ser chato, é fundamental que depois de cada erro diga-se “corta”, para que o que foi gravado até então, o lixo, seja jogado fora. Sem isso os clipes ficam imensos e dificultam muito todo o processo que se segue: Logar, conformar, digitalizar, montar e conformar para LTO para arquivar.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">A quarta decisão: </span>Corte sempre após cada erro ou entre cada novo take. Perde-se um tempinho no set fazendo claquete mas salva-se um tempão em todo o resto do processo e melhora a qualidade do trabalho do montador.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">5 -</span> Será cobrado de cada filme um valor por hora de material que chega na ilha de edição. Ao fazer o orçamento os diretores serão perguntados quantas horas de material querem ter na ilha, como no tempo do negativo.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">obs: </span>não estamos acrescentando um custo apenas separando este ítem do custo do resto do processo de pós.</p>
<p><span style="color: #ff6600;">A quinta decisão:</span> Os filmes pagarão por hora de material transferidos para a ilha de edição</p>
<p><span style="color: #ff6600;">Observações finais:</span><br />
- Este esquema vale para filmagens com uma câmera ou com múltiplas câmeras sempre que todas usem a mesma claquete e que sigam a ordem de cortar e logar dada pelo diretor. Nestes casos a claquete trará a informação de quais estão rodando a mesma cena, assim o montador sabe que tem a mesma imagem por outro ângulo.</p>
<p>- No caso de câmeras soltas que buscam imagens independentes do DIRETOR e do ASSISTENTE, passa a ser função do CÂMERA-MAN desta 5D ( ou seja qual sistema estiver sendo usado), no final de sua diária, entregar para o LOGGER junto com seu cartão, um relatório organizado de tudo o que fez com a indicação do que deve ser logado ou não. Isso dará mais trabalho aos CÂMERA-MEN-espírito-livre, mas também ajudará a disciplina-los ensinando-os a ser mais objetivos. Filmagem é uma coisa, pescaria é outra.</p>
<p>_________________________________________________________________</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">Colocando O Método em prática</span></strong></p>
<p>Email enviado por Fernando Meirelles aos assistentes de direção que prestam serviços à O2:</p>
<p>Caríssimos assistentes de direção,</p>
<p>Nestas últimas semanas andamos preocupados aqui na O2 com os caminhos que as diárias de filmagem/gravação estão tomando com múltiplas câmeras de múltiplos formatos que geram arquivos pesadíssimos e demoradíssimos para serem conformados, transferidos, montados, fora a desorganização com que este material chega na produtora e então resolvemos criar um Método para dar uma disciplinada neste novo momento que vive o set. O grande objetivo é acabar com filmes que mandam para a O2 5, 6 ou 10 horas de imagens.</p>
<p>Para que esta iniciativa de certo o trabalho de vocês é fundamental então peço que por favor leiam a proposta abaixo e após as próximas diárias, ao tentar aplicá-las, por favor nos passem um retorno do que tem funcionado ou não para irmos afinando o procedimento.</p>
<p>O Carlos Vecchi vai acompanhar a maioria dos sets por um tempo para tentar ajudar a criar um padrão para este novo fluxo de trabalho que queremos estabelecer.</p>
<p>Como vocês vão ver, o tal Método joga em vossas costas mais uma responsabilidade que é a de garantir um relatório de câmera com a anotação do que serve e o que não serve na filmagem. Isso pode ser feito pessoalmente ou através de um assistente que vocês elegerem. Cabe a cada um ver como prefere fazer.</p>
<p>Retornos são bem vindos.</p>
<p>Fernando</p>
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		<title>Dicionário do cinema ibero-americano</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 19:18:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[16 mil verbetes em mais de 10 mil páginas, divididos em 10 volumes. Esses são os números do dicionário de cinema ibero-americano, que reúne tudo relativo ao cinema de 22 países, e ainda conta com uma versão digital. O projeto orçado em 1,6 milhões de euros teve iniciativa da Sociedade Geral de Autores da Espanha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;">16 mil verbetes</span> em mais de<span style="color: #ff6600;"> 10 mil páginas</span>, divididos em <span style="color: #ff6600;">10 volumes</span>. Esses são os números do dicionário de cinema ibero-americano, que reúne tudo relativo ao cinema de <span style="color: #ff6600;">22 países</span>, e ainda conta com uma versão digital.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-15340" title="dicci-web" src="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2011/05/dicci-web.jpg" alt="dicci-web" width="160" height="160" />O projeto orçado em<span style="color: #ff6600;"> 1,6 milhões de euros </span>teve iniciativa da<span style="color: #ff6600;"> Sociedade Geral de Autores da Espanha (SGAE)</span> e contou com a colaboração de filmotecas, academias de cinema e universidades &#8211; sobretudo da Espanha, Brasil, México, Argentina, Cuba, Uruguai e Chile -, que garantiram, por sua vez, mais de  <span style="color: #ff6600;">5 mil ilustrações</span> no dicionário</p>
<p>Para tornar a leitura mais organizada, os diretores do projeto <span style="color: #ff6600;">Carlos F. Herdeiro </span>e <span style="color: #ff6600;">Eduardo Rodríguez Merchá</span> dividiram os livros: os oito primeiros volumes reúnem, por ordem alfabética, todos os gêneros e profissionais vinculados ao mundo do cinema, e nos outros dois, os mil filmes mais importantes do âmbito ibero-americano.</p>
<p>Cerca de<span style="color: #ff6600;"> 400 especialistas</span> participaram do desenvolvimento deste dicionário, que durou cerca de <span style="color: #ff6600;">10 anos</span>.  Além de cada país ter um coordenador próprio, só para a redação da parte latino-americana, foram convocados <span style="color: #ff6600;">170 especialistas</span>.</p>
<p>Espanha, México, Argentina e Brasil são os países que dispõem de mais espaço no dicionário. Só os <span style="color: #ff6600;">20 países latino-americanos</span> incluídos ocuparam <span style="color: #ff6600;">60% dos lembretes</span>. Tem muito da nossa história aí!</p>
<p>Interessou?! Dos 10 volumes do dicionário, os quatro primeiros já estão disponíveis, (pelo valor de <span style="color: #ff6600;">725 euros</span>), e o resto será lançado no mercado em novembro, tanto na Espanha como na América Latina.</p>
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		<title>Mantovani lança seu primeiro romance</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Dec 2010 14:42:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois do sucesso em roteiros para filmes como Cidade de Deus, Última Parada 174 e Tropa de Elite, Bráulio Mantovani lança seu primeiro livro, Perácio – Relato Psicótico. A história começou a ser escrita em 1994, mas o projeto surgiu em uma visita a um manicômio no interior de São Paulo nos anos 80. Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-13256" title="peracio-capa" src="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2010/12/peracio-capa.jpg" alt="peracio-capa" width="160" height="250" />Depois do sucesso em roteiros para filmes como <em>Cidade de Deus</em>, <em>Última Parada 174</em> e <em>Tropa de Elite</em>, <span style="color: #ff6600;">Bráulio Mantovani </span>lança seu primeiro livro, <em><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.peracio.leya.com.br/" target="_blank">Perácio – Relato Psicótico</a></strong></span></span></em>. A história começou a ser escrita em <span style="color: #ff6600;">1994</span>, mas o projeto surgiu em uma visita a um <span style="color: #ff6600;">manicômio </span>no interior de São Paulo nos anos 80.</p>
<p>Com uma narrativa que fica entre <span style="color: #ff6600;">sonho </span>e <span style="color: #ff6600;">realidade</span>, <span style="color: #ff6600;">sanidade </span>e <span style="color: #ff6600;">loucura </span>, o livro de <span style="color: #ff6600;">224 páginas </span>levanta a pergunta “O que leva alguém a enlouquecer?”. E mais&#8230; a leitura pode ser perigosa, já que a trama pode levar o leitor a se questionar sobre tudo, inclusive desconfiar dele mesmo, temer o banal, e se perguntar qual o <span style="color: #ff6600;">limite da sanidade</span>.</p>
<p>Há mais de <span style="color: #ff6600;">20 anos</span>, o roteirista havia gravado algumas entrevistas com pacientes nesse manicômio para escrever um filme para um diretor paulistano. A produção não vingou. No entanto, em 1994, quando Mantovani mostrou para dois de seus amigos essas gravações, o livro então começou a ser escrito, mas foi engavetado. A publicação finalmente foi terminada e editada pela <span style="color: #ff6600;">Editora Leya</span>.</p>
<p>Já experiente com roteiro de <span style="color: #ff6600;">cinema </span>e <span style="color: #ff6600;">teatro</span>, além de outros <span style="color: #ff6600;">romances </span>que vem escrevendo, o próprio Mantovani intervém na trama de Perácio e completa algumas lacunas contadas pelos pacientes. Até os amigos a quem ele mostrou as <span style="color: #ff6600;">fitas </span>aparecem na trama. Interessante, né?!</p>
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		<title>É Tudo Cinema</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 14:26:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Patrocínio, produção, distribuidora, circuito comercial e, finalmente, público. Todo mundo sabe que fazer cinema no Brasil não é uma das atividades mais simples. O que parece corriqueiro para as grandes produções hollywoodianas é uma verdadeira peregrinação para as produções nacionais. Organizar um festival de cinema é igualmente complicado. Esse ano, o Festival É Tudo Verdade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-13158" title="e td c" src="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2010/12/e-td-c.jpg" alt="e td c" width="150" height="200" />Patrocínio, produção, distribuidora, circuito comercial e, finalmente, <span style="color: #ff6600;">público</span>.</p>
<p>Todo mundo sabe que fazer <span style="color: #ff6600;">cinema no Brasil</span> não é uma das atividades mais simples. O que parece corriqueiro para as grandes <span style="color: #ff6600;">produções hollywoodianas</span> é uma verdadeira peregrinação para as produções nacionais. Organizar um festival de cinema é igualmente complicado.</p>
<p>Esse ano, o <span style="color: #ff6600;">Festival É Tudo Verdade</span>, organizado por <span style="color: #ff6600;">Amir Labaki</span>, completa 15 anos. E para contar a história do evento e as edições do festival de documentário, Labaki escreveu o livro <em>É Tudo Cinema</em>, publicado pela <span style="color: #ff6600;">Editora Imprensa Oficial</span>. Legal, né?!</p>
<p>Em<span style="color: #ff6600;"> 1995</span>, fazendo a cobertura dos<span style="color: #ff6600;"> 100 anos de cinem</span>a para o jornal Folha de São Paulo, Labaki estruturou a ideia de um festival de documentários. O título <span style="color: #ff6600;">É Tudo Verdade</span> veio em homenagem ao filme produzido por <span style="color: #ff6600;">Orson Welles</span> sobre o Brasil.</p>
<p>A primeira edição, em <span style="color: #ff6600;">1996</span>, não teve premiação. Depois da média de público e às críticas positivas, no ano seguinte já começaram a rolar as competições.</p>
<p>Hoje, o festival faz parte do calendário fixo nacional e internacional, recebendo cineastas brasileiros e de todo o mundo. Misturando as próprias lembranças aos acontecimentos de cada ano, Amir Labaki fala do seu trabalho e como o Festival É Tudo Verdade se tornou uma<span style="color: #ff6600;"> vitrine</span> da produção brasileira e chegou a<span style="color: #ff6600;"> influenciar</span> o circuito comercial.</p>
<p><strong><span style="color: #ff6600;">É Tudo Cinema</span></strong><br />
<span style="color: #ff6600;"> Autor: </span>Amir Labaki<br />
<span style="color: #ff6600;"> Editora: </span>Imprensa Oficial<br />
<span style="color: #ff6600;"> Páginas: </span>304<br />
<span style="color: #ff6600;"> Quanto: </span>R$ 50,00</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O cinema brasileiro contemporâneo</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 14:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você viu a matéria da Ilana Feldman sobre o cenário brasileiro contemporâneo na Revista Cult? Aparentemente, o saldo é positivo. Dá uma lida no texto: (compartilhado daqui) O cinema brasileiro contemporâneo A produção está cada vez mais jovem e se caracteriza tanto pelo apelo realista quanto pela espontaneidade Publicado em 29 de outubro de 2010 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você viu a matéria da <span style="color: #ff6600;">Ilana Feldman</span> sobre o cenário brasileiro contemporâneo na <em>Revista Cult</em>? Aparentemente, o saldo é positivo.</p>
<p>Dá uma lida no texto:</p>
<p>(compartilhado <span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://revistacult.uol.com.br/home/2010/10/o-cinema-brasileiro-contemporaneo/" target="_blank">daqui</a></strong></span></span>)</p>
<h1><span style="font-family: Calibri;">O cinema brasileiro contemporâneo</span></h1>
<p><em>A produção está cada vez mais jovem e se caracteriza tanto pelo apelo realista quanto pela espontaneidade</em></p>
<p>Publicado em 29 de outubro de 2010</p>
<p>Ilana Feldman</p>
<p>Marcado pela <span style="color: #ff6600;">diversidade temática</span> e pela heterogeneidade de propostas estéticas, o cinema realizado atualmente no país só nos permite uma visão de conjunto caso façamos algumas escolhas e recortes. Eleger os últimos três anos – de 2007 até os dias atuais – para circunscrever um panorama, apontando tendências e pontos de contato em uma produção cuja <span style="color: #ff6600;">multiplicidade</span> aparentemente impediria articulações de sentido, é o desafio e o risco de todo pensamento que deseja evocar e problematizar o cinema brasileiro contemporâneo.</p>
<p>Ser contemporâneo, entretanto, não significa coincidir com sua época, como poderia parecer, mas estabelecer uma singular relação com o próprio tempo, que adere a ele na medida em que dele toma distância, por meio de recortes, escolhas e perspectivas. Segundo o filósofo italiano <span style="color: #ff6600;">Giorgio Agamben</span>, aqueles que coincidem muito plenamente com sua época, que em todos os aspectos a ela aderem, não são contemporâneos, porque, exatamente por isso, não conseguem vê-la, não conseguem fixar o olhar sobre ela.</p>
<p>Ressalva feita e risco assumido, é preciso compreender o momento escolhido. O ano de 2007 foi marcado por alguns movimentos expressivos do cinema brasileiro, quando tivemos um <span style="color: #ff6600;">recorde</span> de lançamento de filmes de diretores estreantes, sinal explícito do impacto do vídeo na captação e projeção de filmes de <span style="color: #ff6600;">baixo orçamento</span>; quando tivemos o filme-evento <em>Tropa de Elite</em>, de <span style="color: #ff6600;">José Padilha</span>, o maior sucesso de público do cinema brasileiro das últimas décadas, se levarmos em conta os números extraoficiais da pirataria de que o filme foi alvo antes de seu lançamento comercial; e ano em que o lançamento de filmes documentais em circuito comercial constituiu cerca de 50% dos lançamentos de filmes brasileiros, contexto de boom do documentário em que se destacaram os ensaios documentais <em>Jogo de Cena</em>, de <span style="color: #ff6600;">Eduardo Coutinho</span>, e<em> Santiago</em>, de <span style="color: #ff6600;">João Moreira Salles</span>.</p>
<p><strong>O apelo realista</strong><br />
Esses movimentos nos permitem traçar algumas características importantes do cinema brasileiro contemporâneo. Para além do fato de que o cinema brasileiro é um cinema cada vez mais jovem, no sentido da quantidade de cineastas estreantes que não necessariamente chegarão a um segundo ou terceiro longa-metragem, sem ser necessariamente assimilados pelo mercado, temos tido, em projetos mais comerciais, um investimento significativo em filmes que apelam constantemente à realidade, renovando seus códigos realistas e intensificando seus efeitos de real – quando a linguagem, segundo <span style="color: #ff6600;">Roland Barthes</span>, desapareceria como construção para surgir confundida com as coisas, em que é o próprio real que parece “falar”.</p>
<p>Nesse panorama de obras que buscam sua legitimação e autorização prévias na reconstrução ou representação de fatos de nossa história recente e de personagens preexistentes – caso dos bem-sucedidos, em matéria de público, <em>Dois Filhos de Francisco</em> <span style="color: #ff6600;"><span style="color: #ffffff;">(</span>Breno Silveira</span>, 2005), <em>Cazuza</em> (<span style="color: #ff6600;">Sandra Werneck</span>, 2004), <em>Olga</em> (<span style="color: #ff6600;">Jayme Monjardim</span>, 2004), <em>Carandiru</em> (<span style="color: #ff6600;">Hector Babenco</span>, 2003) e <em>Cidade de Deus</em> (<span style="color: #ff6600;">Fernando Meirelles</span>, 2002), marco do gênero –, podemos acrescentar o atual fenômeno de bilheteria <em>Chico Xavier</em> (<span style="color: #ff6600;">Daniel Filho</span>, 2010), o fenômeno de pirataria <em>Tropa de Elite</em> (<span style="color: #ff6600;">José Padilha</span>, 2007), cuja continuação, <em>Tropa de Elite 2</em>, acaba de ser lançada nos cinemas, o êxito não previsto de <em>Meu Nome Não É Johnny</em> (<span style="color: #ff6600;">Mauro Lima</span>, 2008) e os projetos cujas expectativas de público foram frustradas, caso de<em> Lula, o Filho do Brasil</em> (<span style="color: #ff6600;">Fábio Barreto</span>, 2009), <em>Jean Charles </em>(<span style="color: #ff6600;">Henrique Goldman</span>, 2009), <em>Salve Geral</em> (<span style="color: #ff6600;">Sergio Rezende</span>, 2009) e<em> Última Parada 174</em> (<span style="color: #ff6600;">Bruno Barreto</span>, 2008).</p>
<p>Somam-se a esse quadro outras obras que, de diferentes modos, mobilizam e constroem códigos realistas, às vezes reproduzindo clichês, outras criando um universo de força própria, em que a linguagem é explicitada ao mesmo tempo em que, paradoxalmente, tende a se “apagar”, caso de <em>Mutum</em> (<span style="color: #ff6600;">Sandra Kogut</span>, 2007), <em>A Casa de Alice</em> (<span style="color: #ff6600;">Chico Teixeira</span>, 2007), <em>A Via Láctea </em>(<span style="color: #ff6600;">Lina Chamie</span>, 2007),<em> Deserto Feliz</em> (<span style="color: #ff6600;">Paulo Caldas</span>, 2007), <em>Baixio das Bestas</em> (<span style="color: #ff6600;">Cláudio Assis</span>, 2007), <em>No Meu Lugar</em> (<span style="color: #ff6600;">Eduardo Valente</span>, 2008), <em>Linha de Passe</em> (<span style="color: #ff6600;">Walter Salles</span>, 2008) e<em> Os Inquilinos</em> (<span style="color: #ff6600;">Sérgio Bianchi</span>, 2009), apenas para citar alguns títulos que, em meio a tanta diversidade, compartilham essa “pegada realista”, muitas vezes em função da introjeção, pela linguagem, do descontrole e da desorientação dos personagens.</p>
<p>Se o cinema “baseado em caso real” é tão rentabilizado entre nós, é preciso dizer que esse não é um fenômeno recente. Ao longo dos últimos cem anos, se há algo recorrente em nossa <span style="color: #ff6600;">cinematografia</span> é o vínculo profundo com a <span style="color: #ff6600;">realidade imediata</span> e a produção baseada em algum aspecto da <span style="color: #ff6600;">violência</span><span style="color: #ff6600;"> social </span>e urbana, quando, historicamente, os crimes de grande repercussão pública tornavam-se matérias-primas de narrativas impressas e audiovisuais, nas crônicas policiais dos jornais ou no cinema nascente.Perseguindo o efeito de autenticidade do realismo em suas diversas fases, o cinema brasileiro, desde <em>Rocca, Carletto e Pegatto na Casa de Detenção</em> (<span style="color: #ff6600;">Antonio Leal<span style="color: #ffffff;">,</span></span> 1906) e <em>Os Estranguladores</em> (<span style="color: #ff6600;">Francisco Marzullo</span>, 1908), passando pela tradição do bandido-herói em <em>Lúcio Flavio – o Passageiro da Agonia</em> (<span style="color: #ff6600;">Hector Babenco</span>, 1976) e pela perspectiva policial em <em>Eu Matei Lúcio Flávio</em> (<span style="color: #ff6600;">Antônio Calmon</span>, 1979), chega a <em>Tropa de Elite</em>, filme que retoma a rara presença da ótica policial em nossa cinematografia ao assumir o ponto de vista e a narração em primeira pessoa do Capitão Nascimento – opção estética e dramatúrgica criadora, na ausência de um contraponto crítico no interior do filme, de todos os problemas éticos, estéticos e políticos que fizeram do filme um exemplo paradigmático.</p>
<p><strong>Personagens empreendedores e predestinados</strong><br />
Se a diversidade do cinema brasileiro contempla propostas estéticas que, em seu formalismo (termo aqui empregado sem nenhuma conotação negativa) ou delírio subjetivo, recusam esse apelo realista, caso dos cinemas de <span style="color: #ff6600;">Daniela Thomas </span>e <span style="color: #ff6600;">Felipe Hirsch</span> (<em>Insolação</em>, 2009), <span style="color: #ff6600;">Matheus Nachtergaele </span>(<em>A Festa da Menina Morta</em>, 2008), <span style="color: #ff6600;">Felipe Bragança</span> e <span style="color: #ff6600;">Marina Meliande </span>(<em>A Fuga da Mulher Gorila</em>, 2008), <span style="color: #ff6600;">Bruno Safadi</span> (<em>Meu Nome É Dindi</em>, 2007), <span style="color: #ff6600;">Júlio Bressante</span> (<em>Cleópatra</em>, 2007) e, no início da década, <span style="color: #ff6600;">Luiz Fernando Carvalho</span> (<em>Lavoura Arcaica</em>, 2000), é preciso perceber que no próprio bojo do terreno seguro do realismo também existem deslocamentos de sentido em relação à nossa tradição.</p>
<p>Marcado pelo mito modernista do “herói sem caráter” e pelo “seja marginal seja herói”, pleiteado por nosso moderno e tropicalista cinema marginal, como vemos em <em>O Bandido da Luz Vermelha</em> (<span style="color: #ff6600;">Rogério Sganzerla</span>, 1968), <em>Meteorango Kid, o Herói Intergaláctico</em> (<span style="color: #ff6600;">André Luiz Oliveira</span>, 1969) e <em>Bang Bang</em> (<span style="color: #ff6600;">Andrea Tonacci</span>, 1971), o cinema brasileiro, a partir da era Lula, vive uma guinada de paradigma de dramaturgia nunca antes conhecida.</p>
<p>Dos bandidos-heróis mitificados às trajetórias, por vezes pragmáticas, de personagens em ascensão, os casos de êxito e sucesso ganham as telas: a saída pela solução individual de Buscapé, protagonista de <em>Cidade de Deus</em> (2002), no começo do governo Lula, passando pela escalada rumo ao sucesso da dupla de cantores sertanejos em <em>Dois Filhos de Francisco </em>(2005), chega a Lula, o predestinado, o filho do Brasil, ao médium Chico Xavier, o escolhido, e ao espírito de André Luiz, em <em>Nosso Lar</em> (<span style="color: #ff6600;">Wagner de Assis</span>, 2010), personagem que substitui a ascensão social pela espiritual. Sobre Chico Xavier, filme extremamente competente se comparado ao desastre de <em>Nosso Lar</em>, escreveu o crítico <span style="color: #ff6600;">Inácio Araújo</span> que ele será o nosso <em>Avatar</em>. O 3D, diz Inácio, o Chico garante.</p>
<p>Até o talentoso projeto <em>Cinco Vezes Favela – Agora por Nós Mesmos </em>(2010, direção coletiva), no lugar da exclusão e da malandragem do filme original de 1962, também em cinco episódios e idealizado pelo cinema-novista <span style="color: #ff6600;">Leon Hirszman</span>, entrou na pauta, marcada por aquele apelo realista, da visão conciliadora de ações afirmativas e personagens, quando não predestinados, empreendedores.</p>
<p><strong>Sob o risco  do real, sob o risco da ficção</strong><br />
Chegamos a nosso último ponto. Insurgindo-se contra a realidade imediata prometida pelo apelo realista ou contra os artificialismos de um cinema esteticamente conservador, televisivo e “novo rico”, caso de comédias de costumes como <em>Se Eu Fosse Você 1 e 2</em> (<span style="color: #ff6600;">Daniel Filho</span>, 2006 e 2009), <em>A Mulher Invisível</em> (<span style="color: #ff6600;">Cláudio Torres</span>, 2009), <em>O Divã</em> (<span style="color: #ff6600;">José Alvarenga</span>, 2008), entre outros títulos de um cinema frequentemente já pensado como franquia, o documentário brasileiro contemporâneo pode nos dar a ver, às avessas, a impossibilidade de chegar ao real ou de falar em nome dele.</p>
<p>Investindo na opacidade, na explicitação das mediações e na tensão entre as subjetividades e seus horizontes ficcionais, documentários como <em>Jogo de Cena</em> (<span style="color: #ff6600;">Eduardo Coutinho</span>, 2007),<em> Santiago</em> (<span style="color: #ff6600;">João Moreira Salles</span>, 2007), <em>Pan-cinema Permanente</em> (<span style="color: #ff6600;">Carlos Nader</span>, 2008), <em>Juízo</em> (<span style="color: #ff6600;">Maria Augusta Ramos</span>, 2007) e <em>Serras da Desordem</em> (<span style="color: #ff6600;">Andrea Tonacci</span>, 2006) destilam dúvidas a respeito da imagem documental, questionam as noções de autêntico, verdadeiro e espontâneo, tão comumente remetidas ao campo do documentário, e colocam sob suspeita seus próprios procedimentos, métodos ou premissas.</p>
<p>Nesse panorama em que a ficção se documentariza e o documentário se ficcionaliza, isto é, em que os trânsitos entre a<span style="color: #ff6600;"> ficção</span> e o <span style="color: #ff6600;">documentário</span> estão, de maneira inédita, tanto na pauta do <span style="color: #ff6600;">audiovisual contemporâneo</span> quanto no âmbito da própria vida cotidiana, atravessada por todo tipo de imagens, dispositivos e tecnologias, a ascensão do documentário responde ao espetáculo generalizado, quando o que se mobiliza e disputa é a performance mais autêntica, a confissão surpreendente, a capacidade de empatia e espontaneidade de todo tipo de personagem, seja anônimo, seja celebridade.</p>
<p>Cada vez mais reflexivo, engajado e distanciado, afeito à cena e à teatralidade, o documentário brasileiro contemporâneo nos leva a pensar: o que eu vejo na tela? Realidade, verdade, manipulação, ficção ou tudo ao mesmo tempo? Questões que, segundo o crítico francês <span style="color: #ff6600;">Jean-Louis Comolli</span>, pertenciam apenas ao cinema, mas que, diante do mundo-espetáculo em que vivemos, se transformaram em questões que dizem respeito a todos nós.</p>
<p><strong>DEPOIMENTOS</strong></p>
<p>“O que eu acho mais interessante é o fato de nossa produção ser muito diversificada. É o que mais me chama a atenção, justamente porque o Brasil é muito amplo e nossa produção audiovisual está conseguindo corresponder a essa diversidade cultural. O próximo passo seria uma aproximação da linguagem e do conhecimento audiovisual brasileiro com o universo escolar, ou seja, levar o cinema para a escola e a escola para o cinema. Isso é um passo significativo para criar o hábito, para ampliar o repertório ainda na fase de formação dos estudantes. O cinema como expressão deve fazer parte do currículo escolar.”<br />
<span style="color: #ff6600;"> Laís Bodanzky</span>, cineasta<br />
“O cinema brasileiro vive um ótimo momento, com grande renovação de roteiristas, diretores, técnicos e até atores. Na próxima década entrará no mercado uma geração que passou pelas dezenas de escolas de cinema criadas no Brasil nos últimos anos, uma geração que se sente mais à vontade para dialogar com a audiên- cia, que não tem vergonha do mercado. Isso pode trazer bons frutos, foi assim que o cinema argentino se renovou. Aguardo ansioso a colheita.”<br />
<span style="color: #ff6600;"> Fernando Meirelles</span>, cineasta</p>
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		<title>3 x cinema</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Sep 2010 16:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre 73 inscrições, foram selecionados os três livros vencedores da primeira edição do Prêmio SAV para Publicação de Pesquisa em Cinema e Audiovisual. As publicações serão lançadas no próximo dia 8 de outubro, durante o 14º Encontro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (Socine), em Recife. Os livros dão sequência à coleção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entre <span style="color: #ff6600;">73 inscrições</span>, foram selecionados os três livros vencedores da primeira edição do <span style="color: #ff6600;">Prêmio SAV</span> para Publicação de Pesquisa em Cinema e Audiovisual. As publicações serão lançadas no próximo dia <span style="color: #ff6600;">8 de outubro</span>, durante o <span style="color: #ff6600;">14º Encontro da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual</span> (Socine), em Recife.</p>
<p>Os livros dão sequência à coleção Indústria Cinematográfica e Audiovisual Brasileira e serão publicados pela <span style="color: #ff6600;">Editora Terceiro Nome</span> e pelo <span style="color: #ff6600;">Instituto Iniciativa Cultural</span>. E mais&#8230; a primeira edição será  distribuída gratuitamente para escolas, faculdades, núcleos de produção digital, festivais e bibliotecas públicas das principais capitais do país.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-11932" title="entre-lanternas-web" src="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2010/09/entre-lanternas-web1.jpg" alt="entre-lanternas-web" width="106" height="160" />O mercado cinematográfico e audiovisual brasileiro foi o grande tema abordado pelos três vencedores: <span style="color: #ff6600;">Alice Dubina Trusz</span>, <span style="color: #ff6600;">Hadija Chalupe da Silva</span> e <span style="color: #ff6600;">Leandro Valiati</span>.</p>
<p><em>Entre lanternas mágicas e cinematógrafos: as origens do espetáculo cinematográfico em Porto Alegre (1861-1908)</em> foi a publicação vencedora na categoria <span style="color: #ff6600;">Tese de Doutorado</span>. Assinada por Alice Dubina Trusz, a obra é uma investigação sobre as <span style="color: #ff6600;">práticas comerciais</span> do cinematógrafo para fins de entretenimento, desde a sua introdução na cidade gaúcha até a abertura das <img class="alignright size-full wp-image-11934" title="filme-web" src="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2010/09/filme-web1.jpg" alt="filme-web" width="106" height="160" />primeiras salas permanentes especializadas na exibição cinematográfica.</p>
<p>Já na categoria <span style="color: #ff6600;">Dissertação de Mestrado</span>, o prêmio foi para <em>O filme nas telas &#8211; A distribuição do cinema nacional</em>, assinada por Hadija Chalupe da Silva, que apresenta um estudo sobre a <span style="color: #ff6600;">inserção do filme nacional</span> no mercado brasileiro, com análise especial para <em>Dois Filhos de Francisco</em>, de Breno Silveira; <em>Cabra Cega</em>, de Toni Venturi; <em>Casa de Areia</em>, de Andrucha Waddington; <em>Cidade Baixa</em>, de Sérgio Machado; e<em> Cinema, Aspirinas e Urubus</em>, de Marcelo Gomes.</p>
<p><em><img class="alignleft size-full wp-image-11930" title="economia--web" src="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2010/09/economia-web.jpg" alt="economia--web" width="106" height="160" />Economia da Cultura e do Cinema &#8211; Notas empíricas sobre o Rio Grande do Sul</em>, de autoria de Leandro Valiati é o outro premiado. A obra foi o trabalho vencedor na categoria de <span style="color: #ff6600;">Pesquisa Independente </span>e apresenta uma análise do mercado de trabalho local, abordando a produção e seus efeitos multiplicadores, além do mercado de exibição.</p>
<p>Os interessados podem comprar nas <span style="color: #ff6600;">livrarias </span>a segunda edição do livro a partir do dia 9 de outubro. As entidades interessadas em receber os livros, devem entrar em contato para a <span style="color: #ff6600;">Cinnamon Comunicação</span> pelo telefone (11) 3062-2015.</p>
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		<title>Rápido, Barato e Sob Controle</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Sep 2010 21:47:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #ff6600;"><img class="alignleft size-full wp-image-11877" title="book-cover-2-web" src="http://www.telabr.com.br/noticias/../_conteudo/imagem/noticias//2010/09/book-cover-2-web.jpg" alt="book-cover-2-web" width="200" height="320" />Francis Ford Coppola</span>, Darren Aronofsky, Roger Corman, George Romero, Steven Soderbergh, Robert Rodriguez, <span style="color: #ff6600;">John Cassavetes</span>, <span style="color: #ff6600;">David Lynch</span>, Kevin Smith, John Carpenter, Jon Favreau, Terry Gilliam e Terry Jones.</p>
<p>De pelo menos um desses caras você já ouviu falar, né?! Pois então, o diretor de cinema americano <span style="color: #ff6600;">John Gaspard</span> explica no livro <em>Rápido, Barato e Sob Controle</em> como foram realizados <span style="color: #ff6600;">33 filmes</span> desses diretores e roteiristas, que enfrentaram baixos orçamentos dos Estados Unidos.</p>
<p>Com a frase “Aqueles que não recordam <span style="color: #ff6600;">o passado</span> estão condenados a repeti-lo&#8230; esta é a condição das crianças e dos bárbaros, na qual os instintos ainda não aprenderam com experiência” de George Santayana em <em>A Vida da Razão</em>, Gaspard abre seu livro, que revela detalhes dessas produções, narrando percalços, curiosidades e soluções encontradas por nomes importantes que viriam a se tornar legendas em <span style="color: #ff6600;">Hollywood</span>.</p>
<p>A frase exemplifica a <span style="color: #ff6600;">metodologia</span> de Gaspard usada nesse livro. Ele utiliza de dicas de produção, direção, fotografia, roteiro e arte de filmes com <span style="color: #ff6600;">baixo orçamento</span> para montar uma espécie de <span style="color: #ff6600;">manual</span>.</p>
<p>Ao todo são <span style="color: #ff6600;">69 lições</span> extraídas desses 33 filmes. E convenhamos que não foi muito difícil listar essas lições, né?! Grande parte dos cineastas passam por <span style="color: #ff6600;">dificuldades</span> semelhantes ao enfrentar a produção de um filme com baixo orçamento. E mais&#8230; muito dos depoimentos revelam que certas limitações lhes serviram mais como <span style="color: #ff6600;">estímulo</span> do que empecilho.</p>
<p>E vamos combinar que quem precisa transformar muito mais empecilho em estímulo é o cinema brasileiro, né?!</p>
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		<title>Dupla cidadania</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 14:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Martinez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A ANCINE divulgou essa semana um novo acordo de coprodução cinematográfica entre Brasil e França. O documento foi assinado em Cannes pelo diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, e pela presidente do Centre National du Cinéma et de l’Image Animée (CNC), Véronique Cayla. A proposta do acordo é flexibilizar regras do acordo original firmado em 1969. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A<a href="http://www.ancine.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5912&amp;sid=2355" target="_blank"> </a><span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.ancine.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5912&amp;sid=2355" target="_blank">ANCINE</a></strong></span></span><a href="http://www.ancine.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5912&amp;sid=2355" target="_blank"> </a>divulgou essa semana um novo <span style="color: #ff6600;">acordo de coprodução</span> cinematográfica entre <span style="color: #ff6600;">Brasil </span>e <span style="color: #ff6600;">França</span>. O documento foi assinado em <span style="color: #ff6600;">Cannes</span> pelo diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, e pela presidente do Centre National du Cinéma et de l’Image Animée (CNC), Véronique Cayla. A proposta do acordo é flexibilizar regras do acordo original firmado em 1969.</p>
<p>Em um esforço das <span style="color: #ff6600;">duas instituições,</span> o acordo do final da década de 1960 foi modernizado. A alteração mais significativa diz respeito à <span style="color: #ff6600;">p</span><span style="color: #ff6600;">articipação mínima</span> do país que entrar com capital minoritário, que também foi alterado de 30% para 20% do orçamento total do projeto – e em casos excepcionais até 10%.</p>
<p>A divisão dos <span style="color: #ff6600;">lucros</span> obtidos com o filme nos territórios onde ele for exibido, por exemplo, será estabelecido entre os <span style="color: #ff6600;">produtores</span>. Segundo Rangel, o acordo otimiza a relação entre o <span style="color: #ff6600;">Mercosul</span> e a <span style="color: #ff6600;">União Européia</span> no campo do audiovisual.</p>
<p>Se quiser dar uma olhada nos <span style="color: #ff6600;">acordos</span> e<span style="color: #ff6600;"> protocolos de cooperação</span> Internacionais mantidos pelo Brasil, todos estão disponíveis para consulta na seção Legislação do Portal ANCINE, neste <span style="color: #ff6600;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://www.ancine.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=5912&amp;sid=2355" target="_blank">link</a></strong></span></span>.</p>
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